Diagnóstico de Acuracidade

Descubra quanto o inventário manual custa.

E se a automação fecha a conta.

Avalie divergências, ajustes contábeis, mão de obra, equipamentos e paradas operacionais para identificar se existe um business case defensável para automatizar o inventário do seu CD.

Inventário orientado a dados Captura + evidência + reconciliação
Leitura automatizada de códigos em posições de estoque e documento de inventário gerado pelo sistema iC3
2 dados que iniciam a análise

Valor do estoque inventariado e percentual de ajuste contábil.

O que é o Diagnóstico

Não é uma apresentação genérica de produto.

É uma avaliação do custo, da maturidade e da viabilidade de automatizar o inventário da sua operação.

O Diagnóstico de Acuracidade organiza os principais dados operacionais, financeiros e técnicos do inventário para mostrar quanto o método atual custa, onde estão as principais fontes de divergência e qual é o impacto sobre produtividade, segurança e confiança no estoque.

Quando existe aderência, a análise cria uma base mais objetiva para avançar para demonstração do iC3, avaliação técnica, projeto-piloto, proposta ou construção do business case para aprovação interna.

Pergunta central

Existe um business case técnico e financeiro para automatizar esta operação?

01

Custo atual

Mão de obra, equipamentos, paradas, reconciliação, retrabalho e impactos contábeis.

02

Aderência técnica

Escala, layout, endereçamento, identificação, sistemas e condições operacionais.

03

Potencial de ROI

Dados necessários para comparar o cenário atual com uma operação automatizada.

Supervisor de inventário pressionado ao tentar reconciliar contagem manual, coletor e registros de estoque em um centro de distribuição
A dor do gestor Cobrado por um indicador que o processo manual não consegue sustentar.

O custo que ninguém soma

A divergência aparece no estoque. O custo se espalha por toda a empresa.

Em muitos centros de distribuição, a acuracidade ainda é tratada como um percentual isolado. O problema é que o impacto da baixa acuracidade não fica restrito ao indicador.

  • Horas dedicadas a inventários cíclicos, recontagens e conferências.
  • Equipes próprias e terceirizadas mobilizadas em inventários gerais.
  • Plataformas, empilhadeiras, horas extras e equipamentos auxiliares.
  • Paradas ou redução da capacidade operacional do centro de distribuição.
  • Retrabalho em separação, expedição, reconciliação e atendimento.
  • Ajustes contábeis, write-offs, chargebacks, auditorias e riscos de segurança.

Cada item parece um custo normal da operação. Somados, podem formar um valor suficiente para justificar a mudança do método de inventário.

O ponto de partida

Duas informações já revelam muito sobre a operação.

O Diagnóstico começa conectando a exposição financeira do estoque ao nível de divergência que a empresa ainda precisa absorver.

Esses dois dados não encerram a análise, mas permitem dimensionar rapidamente a relevância do problema e identificar quais informações precisam ser aprofundadas.

01 Exposição financeira

Qual é o valor do estoque inventariado?

O valor do estoque mostra a exposição financeira associada a divergências, erros de localização, obsolescência, ruptura e ajustes entre o físico e o sistema.

O que esse dado revela

Quanto maior o valor sob gestão, maior pode ser o impacto financeiro de pequenas variações percentuais de acuracidade.

02 Divergência absorvida

Qual é o percentual de ajuste contábil?

O ajuste contábil mostra quanto a empresa precisa corrigir depois que o estoque físico é confrontado com os registros do WMS ou ERP.

O que esse dado revela

Aplicado ao valor total do estoque, o percentual ajuda a dimensionar a relevância econômica da divergência.

Dado 01 Valor do estoque
Dado 02 Ajuste contábil
Contexto operacional Custo atual do inventário
Resultado Base inicial para avaliar o business case de automação.

Escopo da análise

O Diagnóstico conecta operação, finanças, tecnologia e segurança.

A avaliação não considera apenas o percentual de acuracidade. Ela observa como o inventário acontece, quais recursos consome, onde surgem as divergências e quais condições precisam existir para avançar com a automação.

Mapeamento técnico das ruas, lados e níveis de armazenagem analisados pelo sistema iC3
Leitura da operação Ruas, lados, níveis, endereços e condições reais de armazenagem.

A aderência não depende apenas do tamanho do CD. Layout, identificação, processo e integração também influenciam a viabilidade técnica.

01

Escala e complexidade

Número de posições e endereços, quantidade de SKUs, giro, layout, altura e modelo de armazenagem.

02

Processo atual

Método utilizado, frequência das contagens, duração, equipe envolvida e procedimentos de conferência.

03

Custo direto

Mão de obra, horas extras, empresas terceirizadas, equipamentos, contingência e impacto de paradas.

04

Custo invisível

Retrabalho, divergências, ordens incorretas, ruptura, chargebacks, ressalvas e perda de produtividade.

05

Acuracidade e impacto contábil

Percentual de ajuste, valor financeiro envolvido, frequência das reconciliações e confiabilidade do saldo.

06

Sistemas, integração e segurança

WMS, ERP, identificação, estrutura de dados, trabalho em altura, circulação de equipamentos e riscos operacionais.

O objetivo é identificar se existe aderência técnica e financeira suficiente para avançar — e quais dados ainda precisam ser validados antes de uma demonstração, piloto ou proposta.

Como funciona

Clareza antes de proposta, piloto ou investimento.

O processo começa pelos dados da operação e avança somente quando existe aderência suficiente para justificar o próximo passo.

Não é necessário possuir todas as informações exatas desde o início. Faixas e estimativas permitem uma primeira leitura, que será validada posteriormente pela equipe técnico-comercial da GTP.

01 Levantamento inicial

Envie os dados da operação

Preencha o formulário com informações sobre a empresa, o centro de distribuição, o método atual de inventário, a escala da operação e os principais indicadores disponíveis.

Quando não houver um número exato, informe a faixa mais próxima ou indique que o dado ainda precisa ser levantado.

02 Validação técnico-comercial

Converse com a equipe da GTP

A equipe valida as informações, entende os desafios prioritários e avalia a relação entre custo, divergência, escala, layout, identificação, sistemas e condições operacionais.

A conversa parte da realidade do cliente, não de uma apresentação genérica de tecnologia.

03 Recomendação

Defina o próximo passo adequado

Conforme o nível de aderência, maturidade e potencial financeiro, a GTP recomenda o caminho mais coerente para aprofundar ou não o projeto.

O objetivo é evitar propostas prematuras, pilotos sem critério e investimentos sem sustentação técnica ou financeira.

O próximo passo pode ser

Uma recomendação adequada ao estágio real da operação.

  • Aprofundamento do diagnóstico
  • Demonstração do iC3
  • Visita técnica
  • Projeto-piloto
  • Análise de integração
  • Construção do business case
  • Proposta técnica e comercial

Resultado da avaliação

Informações melhores para decidir e defender a decisão internamente.

O Diagnóstico organiza a discussão para que o gestor deixe de depender apenas de percepção, estimativas isoladas ou de um percentual de acuracidade sem contexto financeiro.

01

Quanto o método atual realmente custa?

Uma leitura que incorpora mão de obra, equipamentos, paradas, reconciliação, retrabalho e risco operacional.

02

Onde estão as fontes de divergência?

Identificação das etapas em que o estoque físico perde aderência em relação aos registros do WMS ou ERP.

03

A operação tem aderência ao iC3?

Avaliação preliminar de escala, layout, identificação, sistemas e condições operacionais.

04

Quais dados faltam para construir o ROI?

Mapeamento das informações necessárias para comparar o cenário atual com uma operação automatizada.

05

Qual deve ser o próximo passo?

Recomendação objetiva para evitar propostas prematuras, pilotos sem critério ou investimentos sem sustentação técnica e financeira.

O objetivo não é provar que toda operação precisa do iC3. É identificar onde a automação faz sentido e como demonstrar isso com números.

Empilhadeira equipada com o sistema iC3 percorrendo corredor de centro de distribuição
Da contagem para a operação O iC3 opera embarcado na empilhadeira durante o percurso conduzido pelo motorista.
1 motorista conduz o percurso, sem equipes espalhadas pelos corredores realizando a contagem.

Para quem é

Operações em que a acuracidade já afeta custo, produtividade e decisão.

O Diagnóstico faz mais sentido quando o inventário deixou de ser apenas uma rotina operacional e passou a representar exposição financeira, risco ou perda de eficiência.

Escala ajuda, mas não é o único critério. Giro, valor do estoque, rigor contábil, uso de equipamentos, frequência das contagens e pressão por confiabilidade também influenciam a aderência.

01

Operadores logísticos 3PL

Operações sujeitas a SLAs, auditorias, chargebacks e cobrança direta por divergências de estoque.

02

Indústrias com armazém próprio

Estoques relevantes de matéria-prima, componentes, produto acabado ou itens de alto valor.

03

Varejo e e-commerce

Centros de distribuição com alto giro, grande número de SKUs e impacto direto da divergência sobre ruptura e atendimento.

04

Atacadistas e distribuidores

Operações extensas, múltiplos endereços e necessidade de manter saldo confiável para compras, vendas e reposição.

05

Inventário cíclico recorrente

Empresas que mobilizam equipes frequentemente para conferir, recontar e reconciliar o estoque físico com o sistema.

06

CDs com milhares de posições

Armazéns em que escala, altura, distância e complexidade tornam a contagem manual lenta, cara ou arriscada.

Quem normalmente participa

A automação do inventário atravessa várias áreas da empresa.

  • Logística
  • Operações do CD
  • Supply Chain
  • Inventário e WMS
  • Diretoria de Operações
  • Financeiro e Controladoria
  • Compras
  • Tecnologia da Informação
Talvez ainda não seja o momento

O Diagnóstico exige interesse real em avaliar o problema.

  • A empresa busca apenas uma cotação rápida de equipamento.
  • Não há disponibilidade para compartilhar dados mínimos da operação.
  • O projeto está sendo pesquisado somente para comparação superficial de preços.
  • Não existe interesse em avaliar custo, aderência técnica ou retorno.

Prova operacional

Quando a escala aumenta, a diferença deixa de ser marginal.

Em uma operação logística de grande porte, o iC3 substituiu uma estrutura manual complexa por um processo automatizado, contínuo e integrado ao fluxo do armazém.

O caso demonstra por que o business case deve considerar mais do que o custo do equipamento: produtividade, pessoas mobilizadas, ajustes contábeis, segurança e impacto sobre a operação.

Representação de um centro de distribuição de grande escala com estruturas porta-paletes e empilhadeiras em operação
Caso real anonimizado

Uma operação com 60 mil posições-palete e inventário manual de alta complexidade.

Imagem ilustrativa de uma operação logística de grande escala. A identidade do cliente foi preservada.

60 mil posições-palete

Escala da operação utilizada como referência para o comparativo.

mais paletes por hora

De aproximadamente 250 para 1.500 paletes inventariados por hora.

12× mais paletes por operador/hora

Comparação entre a estrutura humana do processo manual e a operação automatizada.

50% menos ajustes contábeis

Redução observada após o aumento da confiabilidade do inventário.

Inventário manual

Uma operação paralela precisava ser montada.

  • Aproximadamente cinco dias para executar o inventário.
  • Cerca de 250 paletes inventariados por hora.
  • Dois operadores envolvidos diretamente em cada frente de contagem.
  • 22 plataformas elevatórias em operação e outras 22 destinadas à contingência.
  • Exposição a trabalho em altura, recontagens e interrupções do fluxo normal.
Inventário com o iC3

A contagem passou a acompanhar o fluxo da operação.

  • Aproximadamente 1.500 paletes inventariados por hora.
  • Operação conduzida pelo motorista da empilhadeira.
  • Eliminação das plataformas elevatórias destinadas à contagem.
  • Redução da exposição humana nos corredores e em altura.
  • Mais frequência de inventário sem montar uma grande operação paralela.

O ganho não veio apenas de contar mais rápido. Veio da combinação entre produtividade, menor mobilização de pessoas, redução de risco e maior confiabilidade para a operação e para a contabilidade.

Diagnóstico de Acuracidade

Comece pelos dados da sua operação.

O preenchimento ajuda a GTP a entender o cenário atual e avaliar se existe base técnica e financeira para aprofundar o projeto.

O diagnóstico é dividido em quatro etapas curtas. Você começará pelos dados de contato e, nas páginas seguintes, informará o perfil da operação, o processo atual de inventário e os principais impactos financeiros.

Etapa 1 de 4 — Identificação

Comece pelos seus dados de contato.

Eles permitem salvar o início do diagnóstico, relacionar as respostas das próximas etapas e entrar em contato sobre a análise.

Cerca de 1 minuto

Seus dados serão utilizados para analisar o diagnóstico e entrar em contato sobre esta solicitação. O consentimento para tratamento das informações será solicitado antes do envio.

Perguntas frequentes

O que você precisa saber antes de começar.

O diagnóstico foi estruturado para levantar os principais fatores operacionais e financeiros sem exigir um estudo técnico completo nesta primeira etapa.

Pronto para avaliar sua operação?

Preencha as quatro etapas. A equipe da GTP analisará as respostas e indicará o próximo passo mais adequado para o cenário informado.

Iniciar diagnóstico

É uma análise inicial do processo de inventário, do perfil da operação e dos impactos financeiros associados. O objetivo é identificar gargalos, riscos e sinais de que a automação pode gerar ganhos relevantes de produtividade, acuracidade e custo.