Custo atual
Mão de obra, equipamentos, paradas, reconciliação, retrabalho e impactos contábeis.
Diagnóstico de Acuracidade
E se a automação fecha a conta.
Avalie divergências, ajustes contábeis, mão de obra, equipamentos e paradas operacionais para identificar se existe um business case defensável para automatizar o inventário do seu CD.
Valor do estoque inventariado e percentual de ajuste contábil.
O que é o Diagnóstico
É uma avaliação do custo, da maturidade e da viabilidade de automatizar o inventário da sua operação.
O Diagnóstico de Acuracidade organiza os principais dados operacionais, financeiros e técnicos do inventário para mostrar quanto o método atual custa, onde estão as principais fontes de divergência e qual é o impacto sobre produtividade, segurança e confiança no estoque.
Quando existe aderência, a análise cria uma base mais objetiva para avançar para demonstração do iC3, avaliação técnica, projeto-piloto, proposta ou construção do business case para aprovação interna.
Existe um business case técnico e financeiro para automatizar esta operação?
Mão de obra, equipamentos, paradas, reconciliação, retrabalho e impactos contábeis.
Escala, layout, endereçamento, identificação, sistemas e condições operacionais.
Dados necessários para comparar o cenário atual com uma operação automatizada.
O custo que ninguém soma
Em muitos centros de distribuição, a acuracidade ainda é tratada como um percentual isolado. O problema é que o impacto da baixa acuracidade não fica restrito ao indicador.
Cada item parece um custo normal da operação. Somados, podem formar um valor suficiente para justificar a mudança do método de inventário.
O Diagnóstico de Acuracidade transforma esse custo fragmentado em uma leitura executiva única, mensurável e defensável.
O ponto de partida
O Diagnóstico começa conectando a exposição financeira do estoque ao nível de divergência que a empresa ainda precisa absorver.
Esses dois dados não encerram a análise, mas permitem dimensionar rapidamente a relevância do problema e identificar quais informações precisam ser aprofundadas.
O valor do estoque mostra a exposição financeira associada a divergências, erros de localização, obsolescência, ruptura e ajustes entre o físico e o sistema.
Quanto maior o valor sob gestão, maior pode ser o impacto financeiro de pequenas variações percentuais de acuracidade.
O ajuste contábil mostra quanto a empresa precisa corrigir depois que o estoque físico é confrontado com os registros do WMS ou ERP.
Aplicado ao valor total do estoque, o percentual ajuda a dimensionar a relevância econômica da divergência.
Escopo da análise
A avaliação não considera apenas o percentual de acuracidade. Ela observa como o inventário acontece, quais recursos consome, onde surgem as divergências e quais condições precisam existir para avançar com a automação.
A aderência não depende apenas do tamanho do CD. Layout, identificação, processo e integração também influenciam a viabilidade técnica.
Número de posições e endereços, quantidade de SKUs, giro, layout, altura e modelo de armazenagem.
Método utilizado, frequência das contagens, duração, equipe envolvida e procedimentos de conferência.
Mão de obra, horas extras, empresas terceirizadas, equipamentos, contingência e impacto de paradas.
Retrabalho, divergências, ordens incorretas, ruptura, chargebacks, ressalvas e perda de produtividade.
Percentual de ajuste, valor financeiro envolvido, frequência das reconciliações e confiabilidade do saldo.
WMS, ERP, identificação, estrutura de dados, trabalho em altura, circulação de equipamentos e riscos operacionais.
O objetivo é identificar se existe aderência técnica e financeira suficiente para avançar — e quais dados ainda precisam ser validados antes de uma demonstração, piloto ou proposta.
Como funciona
O processo começa pelos dados da operação e avança somente quando existe aderência suficiente para justificar o próximo passo.
Não é necessário possuir todas as informações exatas desde o início. Faixas e estimativas permitem uma primeira leitura, que será validada posteriormente pela equipe técnico-comercial da GTP.
Preencha o formulário com informações sobre a empresa, o centro de distribuição, o método atual de inventário, a escala da operação e os principais indicadores disponíveis.
Quando não houver um número exato, informe a faixa mais próxima ou indique que o dado ainda precisa ser levantado.
A equipe valida as informações, entende os desafios prioritários e avalia a relação entre custo, divergência, escala, layout, identificação, sistemas e condições operacionais.
A conversa parte da realidade do cliente, não de uma apresentação genérica de tecnologia.
Conforme o nível de aderência, maturidade e potencial financeiro, a GTP recomenda o caminho mais coerente para aprofundar ou não o projeto.
O objetivo é evitar propostas prematuras, pilotos sem critério e investimentos sem sustentação técnica ou financeira.
Uma recomendação adequada ao estágio real da operação.
O envio dos dados inicia uma avaliação. Qualquer demonstração, visita, piloto, escopo ou condição comercial posterior será previamente alinhado com sua empresa.
Começar meu DiagnósticoResultado da avaliação
O Diagnóstico organiza a discussão para que o gestor deixe de depender apenas de percepção, estimativas isoladas ou de um percentual de acuracidade sem contexto financeiro.
Uma leitura que incorpora mão de obra, equipamentos, paradas, reconciliação, retrabalho e risco operacional.
Identificação das etapas em que o estoque físico perde aderência em relação aos registros do WMS ou ERP.
Avaliação preliminar de escala, layout, identificação, sistemas e condições operacionais.
Mapeamento das informações necessárias para comparar o cenário atual com uma operação automatizada.
Recomendação objetiva para evitar propostas prematuras, pilotos sem critério ou investimentos sem sustentação técnica e financeira.
O objetivo não é provar que toda operação precisa do iC3. É identificar onde a automação faz sentido e como demonstrar isso com números.
Para quem é
O Diagnóstico faz mais sentido quando o inventário deixou de ser apenas uma rotina operacional e passou a representar exposição financeira, risco ou perda de eficiência.
Escala ajuda, mas não é o único critério. Giro, valor do estoque, rigor contábil, uso de equipamentos, frequência das contagens e pressão por confiabilidade também influenciam a aderência.
Operações sujeitas a SLAs, auditorias, chargebacks e cobrança direta por divergências de estoque.
Estoques relevantes de matéria-prima, componentes, produto acabado ou itens de alto valor.
Centros de distribuição com alto giro, grande número de SKUs e impacto direto da divergência sobre ruptura e atendimento.
Operações extensas, múltiplos endereços e necessidade de manter saldo confiável para compras, vendas e reposição.
Empresas que mobilizam equipes frequentemente para conferir, recontar e reconciliar o estoque físico com o sistema.
Armazéns em que escala, altura, distância e complexidade tornam a contagem manual lenta, cara ou arriscada.
A automação do inventário atravessa várias áreas da empresa.
O Diagnóstico exige interesse real em avaliar o problema.
Sua operação não precisa se encaixar perfeitamente em todos os critérios. O formulário ajuda a GTP a identificar o nível de aderência e quais informações precisam ser aprofundadas.
Avaliar minha operaçãoProva operacional
Em uma operação logística de grande porte, o iC3 substituiu uma estrutura manual complexa por um processo automatizado, contínuo e integrado ao fluxo do armazém.
O caso demonstra por que o business case deve considerar mais do que o custo do equipamento: produtividade, pessoas mobilizadas, ajustes contábeis, segurança e impacto sobre a operação.
Uma operação com 60 mil posições-palete e inventário manual de alta complexidade.
Imagem ilustrativa de uma operação logística de grande escala. A identidade do cliente foi preservada.
Escala da operação utilizada como referência para o comparativo.
De aproximadamente 250 para 1.500 paletes inventariados por hora.
Comparação entre a estrutura humana do processo manual e a operação automatizada.
Redução observada após o aumento da confiabilidade do inventário.
O ganho não veio apenas de contar mais rápido. Veio da combinação entre produtividade, menor mobilização de pessoas, redução de risco e maior confiabilidade para a operação e para a contabilidade.
Os indicadores apresentados pertencem a uma operação real e foram anonimizados. Os resultados de cada projeto variam conforme layout, número de posições, identificação das cargas, sistemas, processo atual e frequência de inventário.
Avaliar meu cenárioDiagnóstico de Acuracidade
O preenchimento ajuda a GTP a entender o cenário atual e avaliar se existe base técnica e financeira para aprofundar o projeto.
O diagnóstico é dividido em quatro etapas curtas. Você começará pelos dados de contato e, nas páginas seguintes, informará o perfil da operação, o processo atual de inventário e os principais impactos financeiros.
Eles permitem salvar o início do diagnóstico, relacionar as respostas das próximas etapas e entrar em contato sobre a análise.
Seus dados serão utilizados para analisar o diagnóstico e entrar em contato sobre esta solicitação. O consentimento para tratamento das informações será solicitado antes do envio.
Perguntas frequentes
O diagnóstico foi estruturado para levantar os principais fatores operacionais e financeiros sem exigir um estudo técnico completo nesta primeira etapa.
Preencha as quatro etapas. A equipe da GTP analisará as respostas e indicará o próximo passo mais adequado para o cenário informado.
Iniciar diagnósticoÉ uma análise inicial do processo de inventário, do perfil da operação e dos impactos financeiros associados. O objetivo é identificar gargalos, riscos e sinais de que a automação pode gerar ganhos relevantes de produtividade, acuracidade e custo.
Não. As variáveis operacionais, financeiras e técnicas são interdependentes e precisam ser avaliadas em conjunto. Por isso, as informações são analisadas pela equipe da GTP antes da recomendação do próximo passo.
Não. Faixas e estimativas são suficientes para a avaliação inicial. Quando algum dado exigir maior precisão, a equipe da GTP poderá solicitar informações adicionais durante a análise ou em uma reunião técnico-comercial.
Preferencialmente, um profissional que conheça o processo de inventário e o funcionamento do centro de distribuição, como gestores de logística, operações, supply chain, estoque, inventário ou tecnologia.
Algumas informações financeiras também podem ser estimadas e posteriormente validadas com controladoria, compras ou finanças.
O preenchimento das quatro etapas leva aproximadamente 5 minutos. As perguntas foram organizadas em blocos curtos: identificação, perfil da operação, inventário atual e impacto financeiro.
Ele pode ser preenchido por operações de diferentes portes e segmentos. A viabilidade da automação dependerá de fatores como volume de posições-palete, frequência do inventário, layout, identificação das cargas, sistemas utilizados e impacto financeiro do processo atual.
A equipe da GTP avaliará os dados operacionais, financeiros e técnicos. Dependendo do cenário, o próximo passo poderá ser uma solicitação de informações complementares, reunião técnico-comercial, demonstração do iC3, visita técnica, construção de business case ou proposta.
Não. O diagnóstico é uma etapa inicial de entendimento da operação. O preenchimento não representa proposta comercial, aprovação de projeto ou compromisso de contratação.
Os dados serão utilizados para relacionar as etapas do diagnóstico, analisar o cenário informado e permitir o contato da equipe da GTP sobre a solicitação. O consentimento para o tratamento das informações é solicitado no início do processo.